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Saúde: “Vacinação contra Febre Amarela está disponível; alguns grupos precisam de exame prévio”

Secretarias: Saúde
Data de Publicação: 30 de janeiro de 2017


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Desde dezembro a Febre Amarela integra a listagem de vacinas disponibilizadas para imunização dos munícipes, informou a Secretaria de Saúde. A fim de atender a população a Pasta providenciou o abastecimento em todas as UBS (Unidade Básica de Saúde). “A vacina está disponível, embora a situação do município seja estável, já que estamos em uma área fora de risco”, explicou o secretário de Saúde, Elias Ajub. “Porém, devemos atentar para as exceções, pois algumas pessoas precisarão de um exame prévio para a vacinação”.

Nessa condição se enquadram as crianças menores de 9 meses, as pessoas imunodeprimidas e aos idosos.

Já na situação oposta estão os moradores da zona rural e as pessoas que viajarão para áreas consideradas “de risco”.

Zona Rural

Mesmo com a disponibilidade de vacinas contra a Febre Amarela na rede municipal de Saúde, os moradores das áreas rurais serão beneficiados com a execução de serviços intensivos de informação e conscientização nos meses de fevereiro e março.

Porém, a vacinação ocorre nas unidades de PSF (Programa Saúde da Família) instaladas nos bairros de Pederneiras, Córrego Azul, Piteira e Vergel.

Primata

Existem dois ciclos para transmissão da Febre Amarela: a silvestre e a urbana. A silvestre é em decorrência de os mosquitos destas regiões se infectarem picando primatas com a doença. Posteriormente podem ser transmitidas a um humano que visite ou more nessa região.

Já a urbana é devido à possibilidade de uma pessoa já infectada anteriormente pela febre amarela silvestre transmitir para mosquitos urbanos, como o Aedes aegypti. Daí, ele tem uma capacidade de espalhar.

Por isso, a Saúde solicita que a população comunique a Vigilância Epidemiológica sobre a morte de macacos. “O animal pode ter morrido devido as mais variadas causas, mas recebendo essa notificação faremos os exames específicos para descobrir o motivo”, definiu. “O óbito destes animais pode indicar circulação do vírus na região. Mas, claro, é uma hipótese. As mortes não serão causadas apenas por essa consequência”, concluiu.