Prefeitura Municipal de Mogi Mirim

Secretaria de Saúde

06/11
2017
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Alta umidade faz aumentar número de escorpiões e cuidados nas casas devem ser redobrados

Temperatura e umidade altas. Combinação perfeita para que os escorpiões se desalojem e saiam em busca de alimentos: o principal deles, as baratas. Por isso o número de casos de escorpiões encontrados nessa época do ano em residências aumenta muito. Com mais água nas galerias pluviais eles deixam seus esconderijos, principalmente por meio dos ralos das casas, e se escondem em sapatos, capacetes, luvas, botas e em qualquer canto que possam se abrigar, resultando em acidentes com as pessoas.

O veterinário da Vigilância em Saúde Rogério Garros afirma que apesar da picada do escorpião ser muito dolorida, não se trata de um animal agressivo. “Ele apenas se defende quando se sente ameaçado, por isso é bom ter muito cuidado, principalmente em locais onde há crianças, evitando pontos que possam servir de abrigo e verificando sempre sapatos e roupas de serviço antes de usá-los”, alerta o veterinário.

Em áreas críticas, onde há registro de grande quantidade de escorpiões, a Vigilância faz a busca ativa dos insetos, mas é importante ressaltar que não há um veneno regulamentado pelo Ministério da Saúde para combatê-los. Rogério afirma que a população deve ficar atenta às promessas de empresas de dedetização que dizem eliminar os escorpiões. “Após as dedetizações cria-se a falsa segurança de que as residências estão livres de qualquer ação e isso é perigoso. O ideal mesmo é fechar os ralos e colocar as soleiras nas portas, além de manter a limpeza e vigilância nas casas”.

Picadas

O veterinário da Vigilância em Saúde informa que na cidade o maior número de casos de acidentes acontece com o escorpião amarelo, que é o mais grave. A recomendação é que a vítima seja levada ao pronto atendimento o mais rápido possível e somente o médico poderá avaliar se há necessidade de aplicação do soro ou não. “Também não há necessidade de trazer o escorpião até a unidade de saúde. A Vigilância já faz a busca ativa quando acionada em áreas de risco e, periodicamente, no cemitério municipal, local onde ha grande concentração desses aracnídeos”, afirmou o veterinário.

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